Não foi uma queda expressiva, mas após dez semanas consecutivas de alta, o diesel baixou para R$ 3,715, o que representa 0,08% a menos, como aponta a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Entretanto, a gasolina subiu pela terceira vez, chegando a R$ 4,407 o litro, um avanço de 0,11%, mesmo sem alteração no preço médio do combustível nas refinarias brasileiras há mais de 50 dias. A última alta foi de 2,5%, em 27 de setembro.

Já o etanol, que concorre diretamente com a gasolina nas bombas, subiu 0,06%, passando a custar R$ 2,963 o litro.

A Petrobras reforça que a sua política de preço, tanto para a gasolina, quanto para o diesel, segue os princípios da igualdade de importação, que é formada pelas cotações internacionais, mais os custos de transporte e taxas portuárias que os importadores têm.

Os ajustes de preços das refinarias, até chegar ao consumidor final, nos postos de combustíveis, não são imediatos e ainda dependem de fatores como impostos, margens de distribuição e revenda, e mistura de biocombustíveis.

Com informações do Economia G1

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